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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

O DESENVOLVIMENTO FISIOLÓGICO DO JOVEM NADADOR

O Blog do Treinador abre um novo Canal de Informações trazendo Artigos Científicos de Grandes nomes da Natação Nacional.

O Primeiro desta serie  foi elaborado por :  GENNADI TOURESTSKI  , Treinador Chefe do Instituto Australiano do Esporte (AIS) e do Velocista Campeão Olímpico Alexander Popov

O mesmo traduzido e enviado por Email por nosso 1º Fundista de Sucesso o grande DJAN G. MADRUGA MS UNIVERSIDADE DE INDIANA, EUA,revisado por WLAD VEIGA, TREINADOR DE NATAÇÃO DO CORINTHIANS-SP.




O potencial fisiológico, técnico e psicológico  de atletas é formado por uma combinação de habilidades inatas e preparação a longo prazo. Na natação a concretização de resultados de alto nível depende da idade caracterizada pela maturidade do corpo. Entretanto o sucesso de nadadores  adultos de elite é determinado por um método efetivo de seleção e uma estratégia de treinamento de longo prazo.
A preparação  de longo prazo é dividida em estágios de acordo com regras biológicas. Os  primeiros estágios são para formar uma base funcional  de habilidades  técnicas, fortalecimento da saúde dos jovens adultos e desenvolvimento do interesse pelo esporte. Os últimos estágios são direcionados primariamente para o desenvolvimento de qualidades e características de alto nível, criação para o sucesso por meio de treinamentos estritos e habilidades especializadas  focando na perfeição.
Ao desenvolver uma estratégia de longo prazo deve-se considerar fatores que limitam a realização esportiva tais como, a proporção anual de crescimento, a influência da maturidade biológica individual e a capacidade de adaptação de jovens atletas para cargas de treino de intensidades e durações variadas.
Treinadores modernos trabalhando com jovens atletas devem ter além de alta qualificação técnica  dispor de boa compreensão da teoria e fisiologia do crescimento.
PERIODIZAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO BIOLÓGICO DE CRIANÇAS E JOVENS

A maior parte da preparação de longo prazo dos nadadores ocorre no período de maturação sexual dos 8-9  aos 16-17 anos. Em termos biológicos a puberdade ocorre em 3 fases, pré-puberdade, puberdade e pós-puberdade:
Pré-puberdade é caracterizada por um crescimento acelerado da altura e de mudanças intensas no sistema vegetativo.
Puberdade é caracterizada por um aumento da atividade das glândulas sexuais, no começo desse período acontece um relativo aumento da altura e da massa corporal que vai  diminuindo com o passar dos anos.
Pós-puberdade é caracterizada pelo fim do crescimento natural da altura e da massa muscular e diminuição da taxa de aumento da capacidade física, o corpo adquire maturidade fisiológica.
No começo da puberdade existe pouca diferença na taxa de crescimento entre meninos e meninas. Um indicativo externo da puberdade é o aumento na taxa de crescimento. Para garotas isso acontece entre 10 e 13 anos com pico entre 11 e 12 anos. Para garotos isso acontece entre 12 e 15 anos com pico entre 13 e 14 anos. Esses são dados estatísticos médios e existem consideráveis variações individuais.

O  QUE TREINADORES DEVEM SABER SOBRE NORMAS E MECÂNICA DO DESENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS:
A hereditariedade afeta o desenvolvimento potencial dos indivíduos e os hormônios tem uma regra básica reguladora. A concentração de hormônios no sangue é afetada por muitos fatores externos, como exercício físico, ansiedade, sono e certos nutrientes. Cargas de alguma intensidade de treinamento que não excedam a capacidade de adaptação do jovem vão facilitar a formação da proporção específica do corpo e do seu tamanho. Entretanto cargas excessivas e contínuas vão diminuir a secreção de somatotropina e levarão a diminuição do tamanho adulto do corpo.
A influência específica dos hormônios sexuais para garotos e garotas varia durante a puberdade. Para meninas o aumento do tamanho começa cerca de 2 a 2.5 anos antes que dos meninos, mas é  de menor magnitude. Durante a puberdade significativas diferenças individuais aparecem no começo do crescimento. Crianças que se desenvolvem sexualmente mais cedo  indicam para  crescimento do tamanho  mais cedo e apresentam maior desenvolvimento de qualidades físicas  funcionais do que outras crianças com menor desenvolvimento sexual. Essa vantagem física e de realização esportiva é temporária e pode desaparecer no fim do desenvolvimento sexual. Entretanto durante a puberdade existe uma grande possibilidade de erro na expectativa que crianças com   maturação mais rápida  tenham maior potencial motor. Portanto  é essencial no planejamento a longo prazo de jovens nadadores  levar-se em conta o crescimento biológico e as taxas de maturação sexual.
É necessário planejar a direção e o impacto do nível de treinamento em torno do nível da maturação biológica.
DESENVOLVIMENTO MORFOLÓGICO
A característica mais importante da intensidade do processo de crescimento e de ganho de massa corporal é altura e peso. A altura de meninas entre 9 e 16 anos e garotos entre 11 e 18 anos cresce entre 20 e 25%,  o aumento mais intensivo de crescimento se dá nas meninas entre 10 e 13 anos com pico nos 11 e 12 anos e nos meninos entre 12 e 15 anos com pico nos 13 e 14 anos. Nas meninas a taxa de crescimento declina nos 15 e 16 anos enquanto que nos meninos continua até os 18 a 20 anos. Durante a puberdade a massa corpórea muitas vezes dobra com pico de crescimento em cerca de 1 ano depois do pico de altura, nas meninas o aumento de massa muscular magra termina em cerca de 13 a 15 anos e aproximadamente 6 meses depois da 1ª menstruação. Depois disso as meninas podem adicionar de 4 a 6 kg de gordura. Pesquisa conduzida por fisiologistas mostrou que exercícios de baixa intensidade durante a pré-puberdade aumentam o crescimento da altura do corpo e tamanho dos órgãos internos especialmente pulmões e coração. Intenso treinamento anaeróbico diminui a secreção de somatotropina e pode até suprimir a secreção do hormônio do crescimento.
 Apesar de que a data coletada sobre a supressão do processo de crescimento e diminuição do tamanho do corpo pela influência de cargas anaeróbicas tenham até o presente momento sido coletadas em experimentos com animais de laboratório existe um certo risco de impacto negativo no crescimento de jovens atletas com a aplicação de cargas máximas e submáximas. Com base nisso entretanto não se deve concluir pela completa exclusão de exercícios de natureza anaeróbica na pré- puberdade e início da puberdade.
DESENVOLVIMENTO DE FORÇA
Intenso crescimento em indicadores de força e de resistência de força em velocidade  podem ser vistos em garotas nadadoras entre 12 e 15 anos e garotos nadadores entre 14 e 17 anos, isso continua por mais 2 a 3 anos depois do pico de crescimento da massa muscular.
A melhor estratégia de treinamento de longo prazo para garotas nadadoras exige um forte e desigual aumento  do volume e intensidade do trabalho de força entre 12 e 13 anos com ênfase no desenvolvimento de resistência de força e da capacidade de força em velocidade  entre 14 e 16 anos com ênfase no desenvolvimento de força máxima.
O grande  uso nos anos recentes  de cargas máximas durante o treinamento de garotas nadadoras “repetindo o máximo” e até com cargas super máximas (passando do peso máximo 20 a 30% do que mulheres levantam nesta condição) agregados a outros fatores como suplementação proteínica, uso biológico de substâncias ativas mostrou que o treinamento contemporâneo conseguiu aumentar a força máxima e a massa muscular em garotas atingindo a maturidade biológica total. 
Para garotos graças ao efeito anabólico dos hormônios masculinos o crescimento natural da massa muscular e da capacidade de força contínua até depois dos 17 anos, ainda  assim  a obtenção de ótimos níveis de desenvolvimento da capacidade de força nos garotos exige um aumento no volume  e na intensidade mesmo nos 14 e 15 anos inicialmente usando métodos para desenvolver  força e resistência de força em velocidade . 
Aos 15 e 16 anos  pode-se usar cargas máximas e submáximas e se trabalhar sistemas que desenvolvam força máxima, deve-se ter em mente que no começo do treinamento  intensivo de força , jovens nadadores devem aprender a assimilar técnicas perfeitas na realização de exercícios de força dentro e fora da água e devem também fortalecer músculos e ligamentos, o que demanda de 2 a 3 anos de preparação. Mesmo na pré-puberdade pode-se fazer um desenvolvimento geral e exercícios específicos de força com cargas pequenas em elásticos, alteres leves , nadar com extensores e se exercitar em  máquinas especiais que permitam aprender a técnica.
 Movimentos nessas máquinas são feitos com pouca resistência e braços fixos em posições limitadas aos movimentos dos estilos. Pesquisas mostram que nadar  contra cordas elásticas permite aos nadadores de 10 a 12 anos nadar estilos com ritmo e força, uma característica de nadadores adultos, isto facilita o aumento da qualidade das fases da pegada e da puxada.
DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO AERÓBICA (ENDURANCE GERAL)
Na fase da pré-puberdade ao começo da maturação sexual melhoras significativas nos resultados de jovens atletas são obtidos por exercícios de longa duração e baixa intensidade. Mesmo jovens nadadores de 7 a  11 anos com um histórico de pouco ganho  de tamanho, força e indicadores funcionais apresentam altos índices de resultados em atividades esportivas de todas as distâncias. O aperfeiçoamento da técnica do nado é uma importante pré-condição para o crescimento anual do volume em baixa intensidade .  Treinamento longo na pré-puberdade e no início da puberdade facilita o crescimento da produção funcional de jovens nadadores. Treinamento dinâmico de baixa intensidade estimula o aumento da secreção do hormônio do crescimento (GH) , influencia o crescimento dos órgãos internos e do corpo inteiro.
 A resposta ao trabalho de carga aeróbica aparece apenas quando a atividade acontece até 50 a 60% do VO2 máximo o que corresponde a uma pulsação entre 150 a 170 BPM em jovens de 8 a12 anos. O aumento do VO2 máximo  de jovens atletas de 9 a 12 anos é obtido por séries com duração  de 7 a 19 minutos (400 a 800 metros) em um nível de 70 a 80 % do VO2máximo   (FC 170 a 180 BPM). Para nadadores de 16-17 anos o VO2 máximo corresponde a 180-190 BPM.
Deve-se observar que testes com nadadores de 9 a 13 anos na água batendo uma perna mostraram maior VO2 máximo  do que com nado completo. A razão desse fenômeno deve  estar na insatisfatória efetividade dos movimentos com os braços e um desenvolvimento insuficiente da força do cinturão umeral. Desta  forma é recomendado no estágio inicial de especialização do potencial aeróbico usar grandes volumes de treino (até 30%) nadando com uma  perna. Com 13 -14 anos quando nadadores tem o cinturão umeral fortalecido os resultados do VO2 máximo são maiores nadando com coordenação completa do que com uma perna.
DESENVOLVIMENTO DO POTENCIAL ANAERÓBICO DE JOVENS NADADORES
A efetividade do treinamento anaeróbico  em idades variáveis é determinada pela dinâmica da maturação  glicolítica e de fosfatos de  creatina  nos mecanismos que suprem energia muscular. Nas idades de 10 a 13 anos relativamente altos volumes de treinamento  anaeróbicos  são acompanhados  por insignificantes melhoras nos resultados nas distâncias de 50 a 200 metros e piora nos resultados de meio fundo e fundo. Da  mesma forma que cargas aeróbicas nessa idade permitem melhoras nos resultados tanto em distâncias curtas quanto longas pelo aumento da efetividade e economia técnica e aumento do limiar anaeróbico.
 Um aumento na proporção de cargas anaeróbicas é frequentemente acompanhado pela ocorrência de reações patológicas no sistema cardiovascular em idades de 12 a 14 anos para meninas e  13 a 15 anos para meninos , o aumento do volume de treino anaeróbico apresenta aumento da eficiência  apenas quando é precedido de um grande trabalho aeróbico. No caso contrário apresenta-se um decréscimo nos resultados e na destruição da saúde.
A melhora da performance  depois dos 13-14 anos para  garotas e 15-16 anos para garotos tem como  fatores básicos  nadar em velocidade com força,  resistência com força   e produção anaeróbica básica. Nessas idades é adequado aumentar a cada temporada o volume anaeróbico e as cargas de força no treino em geral.
A INFLUÊNCIA DO GRAU DE MATURAÇÃO SEXUAL NO DESENVOLVIMENTO FÍSICO
Cada pessoa passa pelos mesmos estágios de desenvolvimento, entretanto, o desenvolvimento da maturação biológica tem muitas variações individuais. É certo diferenciar  idade cronológica de idade  biológica, a segunda é caracterizada pelo nível de desenvolvimento do esqueleto, do  físico e da  funcionalidade nas crianças e jovens. Na puberdade jovens de uma idade cronológica podem diferir biologicamente em até 4 anos. O critério mais prevalente de maturidade biológica  do corpo é o crescimento ósseo e o estágio exibido pelas características sexuais secundárias. É aceito que em cada idade jovens atletas com maior maturação, mas não via de regra , tenham alguma vantagem sobre outros com maturação normal ou atrasada em termos de capacidade de força, produção funcional, peso e crescimento.
Cerca de 60 a 65 % das garotas de 11 a 13 anos e garotos de 13 a 15 anos demonstram níveis normais de desenvolvimento sexual (data estatística) e 35 a 40%  são acelerados ou atrasados em termos de maturação biológica. De acordo com a teoria do “período sensível”  o treinamento físico tem grande influência no desenvolvimento de componentes separados de eficiência especialmente no período de intenso crescimento natural. Grandes aumentos no potencial aeróbico, da capacidade respiratória externa do músculo cardíaco coincidem com o começo da puberdade enquanto que força  máxima, força de velocidade é a capacidade do sistema neuromuscular para produzir o maior impulso possível no menor tempo possível  e produção anaeróbica coincidem com o meio da puberdade.
O controle do nível de maturação biológica de jovens atletas principalmente em mulheres é importante para determinar treinamentos funcionais e de força. É sabido que treinadores alemães treinaram  suas nadadoras aumentando nitidamente em 2 a 3 vezes o volume de natação e o volume das cargas  de força no começo da puberdade. Isso permitiu direcionar os processos para um grande  e ótimo  caminho visando alcançar aumento máximo de força e potencial funcional. Esta   abordagem exige controles regulares de maturação dos nadadores jovens.
Exemplificando,  se no começo da maturação , duas  jovens nadadoras  tiverem as mesmas  dimensões de corpo, mesmos  níveis de força e potencial funcional, aquela  que ficar  maior, mais forte e tiver mais resistência depois da maturidade  será a que entrou  na puberdade mais tarde.
OS ESTÁGIOS PARA  PREPARAÇÃO A LONGO PRAZO DOS JOVENS NADADORES
Na preparação de longo prazo para  jovens nadadores sugere-se uma periodização  em 4 fases, preparação preliminar, especialização inicial desportiva, especialização mais  profunda e aperfeiçoamento competitivo.
       preparação preliminar-  na natação as idades ideais para começar essa fase são , meninas  7-9 anos e meninos 8-10 anos. Esse estágio dura de 1 a 2 anos, o objetivo dessa fase é identificar crianças com propensão para o esporte com base em critérios morfológicos e indicadores de talento motor, constante interesse pela natação, ensinamento de  técnicas básicas de competição e uma amplitude de hábitos motores com fortalecimento da saúde básica. Nessa fase deve-se utilizar o maior número possível de exercícios com jogos. A quantidade de treinos deve aumentar gradualmente  de 3 para 6 vezes por semana o que automaticamente leva ao aumento gradual do volume geral.
       especialização inicial desportiva. As idades para iniciar essa fase são 9-10 anos para meninas e 10-11 para meninos. A duração média é de 3 a 4 anos. Objetivos:  formação de um potencial multifacetário e de uma base funcional, seleção dos mais  talentosos jovens  nadadores considerando-se critérios morfológicos, requisitos de potencial funcional  e força especial , aperfeiçoamento da preparação técnica com base em natação complexa com gradual intensificação da especialização de 1 a 2 estilos. Esse estágio é considerado o mais importante para o desenvolvimento do potencial aeróbico, é caracterizado por um aumento progressivo do volume geral de natação anual. No último ano dessa fase o volume anual de treino pode chegar para meninas a  1200-1400 km  e para meninos a 1000-1200 km .   Em dados de 1983 recomendava-se às crianças de 12-13 anos nadarem  acima de 1200-1400km   por ano e aquelas de 13-14 anos faziam de 1500-1700Km . A experiência de treinadores de ponta mostrou que nessa fase de especialização inicial esse volume era racional e que 60 a 65% do volume geral compreendiam exercícios com base aeróbica,  25 a 30% tinham ênfase aeróbica e aeróbica/anaerobica e 2 a 3% tinham orientação glicolítica e treinamento alático. Com o aumento da idade havia uma tendência de aumentar a pulsação com cargas de velocidade no treinamento. Entretanto a capacidade dos nadadores com natureza aeróbica era limitada para grandes trabalhos com demanda de oxigênio perto do Vo2 máximo  . O aumento do potencial anaeróbico era obtido com uso esporádico  de exercícios com caráter glicolítico e alático   e com o aumento da quantidade de competições anuais .
 Mesmo nessa fase de  especialização inicial desportiva é necessário ensinar a técnica  para fazer exercícios de força ,   que se manifesta em exercícios naturais. O crescimento de resistência de força  acontece com  o uso de vários exercícios com cargas  pequenas  enfatizando-se o tempo do movimento que  estimula a economia de energia e o aperfeiçoamento da regulagem muscular. No final dessa fase pode se incluir periodicamente atividades fora da água com cargas médias e mais pesadas. A força especial na água se  desenvolve através de um processo gradual com preparação técnica contabilizando um controle consciente de natação com  tempo  e natação  contra  pequenas resistências adicionais.
       especialização mais  profunda ; A idade  para começar essa fase é  de 12-14 anos para meninas  e 13-15  para anos meninos dependendo da maturação. O estágio dura 3-4 anos e os objetivos são: aumentar os níveis gerais  funcionais , a preparação gradual do corpo para cargas máximas pertinentes ao período de aperfeiçoamento competitivo, aperfeiçoamento mais profundo da preparação técnica e tática e a formação motivacional para suportar grandes cargas de treinamento.
Neste  estágio a preparação deve considerar as taxas de desenvolvimento biológico de cada indivíduo e suas habilidades motoras. Nadadores quando entram na puberdade  são sujeitos ao rápido aumento de cargas. Até a idade de 12-13 anos para meninas e 14-15 anos para meninos a aplicação de cargas de natureza aeróbica é acompanhada pelo aumento da  performance em curtas e longas distâncias. Depois dessa idade cargas aeróbicas estimulam o aumento de resultados apenas em longa distância, enquanto que para curta  e meia distâncias  a produção anaeróbica e a capacidade de força são fatores limitadores dos resultados.  Entretanto o aumento do volume anaeróbico e do trabalho de força de longo prazo vão influenciar positivamente a melhora  dos resultados apenas  se precedidos por significantes volumes aeróbicos. O volume total de natação pode chegar a 1600-1700km por ano . A proporção aeróbica e aeróbica-anaeróbica  pode chegar a 65-85% enquanto que a proporção de trabalho glicolítico e alático  compreende 15-35%.
Um rápido aumento de massa muscular , reservas de glicogênio e secreção de adrenalina criam ótimas pré-condições biológicas para o desenvolvimento do potencial anaeróbico, força máxima e resistência de força  e  velocidade de força. O aumento mais rápido se dá via sobrecargas visando aumentar a resistência de força  que no final do estágio  atinge significância máxima . Exercícios com esforço máximo  usando regimes isocinéticos são gradualmente introduzidos no treinamento.
4- aperfeiçoamento competitivo. A idade  para começar essa fase é para meninas de 15-16 anos e meninos 16-19 anos e tem como objetivo levar nadadores à padrões internacionais de competição. As tarefas são: assimilação de cargas características do esporte no mais alto nível contemporâneo, manutenção de altos padrões de preparação funcional, aperfeiçoamento de qualidades físicas especiais , preparação técnica e tática , manutenção de uma alta motivação esportiva.
No ápice  da maturidade biológica o crescimento das qualidades físicas e a produtividade funcional procedem em pequeno ritmo. Nesse aspecto é importante que os garotos de 16-19 e as garotas de 15-16 anos tenham produzido  reservas  para aumento potencial da sua capacidade total. Nadadores meio fundistas atingem um carga máxima anual de 2400-2600 km e fundistas de 3000 a 3500 km .  A presença de uma reserva para aumento de carga é um fator muito importante para a realização de altos padrões de preparação física e funcional.
Quando nadadores se aproximam do limite de suas cargas uma melhoria do seu potencial físico será determinada pelo aumento da intensidade dentro e fora da água e também pelo uso de meios não tradicionais (máquinas especiais, equipamentos de ponta , piscinas de hidroterapia, produtos farmacológicos e tratamentos fisioterápicos para reabilitação. O volume  de natação na zona aeróbica/anaerobica pode chegar a 30-35%, na zona glicolítica a 15-18% e na alática em 3-4%.  A soma  do tempo total dos exercícios fora da água pode chegar a 300 horas no fim do período.
O componente mais “móvel” no treinamento é a capacidade de força. Altos volumes de exercícios com força máxima para todos os grupamentos musculares permitem a criação de uma reserva de força. Ao mesmo tempo o crescimento da força durante a natação fica atrás do crescimento da força máxima que  demanda um significativo aumento no volume de trabalho para a concretização  de força potencial dos músculos em termos de técnica do nado. Nesse processo a proporção e os passos são escolhidos de acordo com os padrões e modelos individuais dos atletas.
CONCLUSÃO
A preparação de longo prazo dos jovens nadadores é um processo inteiramente sistemático-pedagógico que deve ser construído com base em fatores etários de desenvolvimento físico  e na formação de habilidades  técnicas desportivas. É necessário introduzir um conceito de longo prazo e de exigências normativas programadas na construção de uma preparação consistente com normas  biológicas de crescimento e desenvolvimento de crianças e  jovens  a longo termo . 
Com base nessas normas uma tecnologia de preparação de longo prazo é formada estipulando-se sequências  de ordem definida para  a seleção  de tarefas pedagógicas para idades variáveis. Isto permite o alcance  de um alto nível de desenvolvimento físico e a formação de uma ótima estrutura de preparação física.Essa tecnologia é importante, entretanto ela é frequentemente  dita  como fruto do voluntarismo de treinadores e professores . 
Muito frequentemente os erros são: a não observância das demandas programáticas e dos planos e gráficos anuais; o ajuste dos processos de treinamento antes do início básico da temporada daí consequentemente sacrificando-se a meta do ótimo desenvolvimento físico e funcional; atenção insuficiente às questões da preparação física geral ; limitações artificiais ao volume de treino nos períodos de rápido crescimento ou inversamente uso excessivo de cargas máximas; desinformação  ou falta  do desejo de usar dados científicos no processo de treinamento.
Deve-se  enfatizar a regra negativa de atrasar artificialmente o aumento das cargas nos períodos de crescimento rápido e desenvolvimento de jovens atletas. Isso interfere com o alcance do maior potencial esportivo e de outro lado obriga treinadores a aumentarem a intensidade durante uma insatisfatória  preparação básica.
Exemplos de início tardio em inúmeros proeminentes nadadores americanos (incidentalmente apenas masculinos) não é um argumento válido cientificamente porque crianças americanas tem um alto nível de atividade esportiva graças a educação física diária com claro direcionamento pedagógico para o desenvolvimento das características físicas. A carga total na cultura física das escolas americanas é de 300 a 400 h por ano, não incluindo atividades extracurriculares em esportes específicos (mais 200 a 300 h). 
Na União Soviética, durante um inteiro período de 10 anos de escola a carga anual de educação física é 70 h (2x45 minutos em 35 semanas) com ênfase no ensino de baixas atividades motoras, claramente  insuficientes para uma alcançar desenvolvimento  físico de alto nível. Conclui-se que iniciar mais cedo uma especialização  em jovens nadadores é uma condição necessária para a construção racional na preparação a longo prazo  e corresponde as metas pedagógicas para o estabelecimento de um período integral de treinamento  duradouro.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

KAIO MARCIO..... "APRENDIZADO"


Kaio Márcio já pensa em 2013 (Foto: Lucas Barros / Globoesporte.com/pb)

            "O ano foi de aprendizado e não de muitas conquistas', diz Kaio Márcio"

Após fracassar nas Olimpíadas de Londres e reconhecer o baixo desempenho na competição depois de não conseguir sequer passar das eliminatórias nas três provas que disputou (100m e 200m borboleta e o revezamento 4x100m medley), Kaio Márcio já está focado na próxima temporada. Para 2013, a prioridade dele será o Mundial de Barcelona.
De volta à João Pessoa depois de três anos nadando pelo Fluminense, ele retomou os treinos em novembro. O nadador fez uma avaliação sobre este ano e mostrou disposição para desenvolver novos projetos na capital paraibana.
Com apenas 28 anos e na bagagem três Olimpíadas seguidas (Atenas/2004, Pequim/2008 e Londres/2012), Kaio também já pensa na aposentadoria daqui a cinco anos. Mas antes quer disputar os Jogos do Rio de Janeiro, em 2016.
Em 2012, a última competição do nadador paraibano foi o Campeonato Mundial de Piscina Curta de Istambul, na Turquia, no começo de dezembro. Kaio terminou em 18º lugar nos 200m borboleta sem conseguir avançar para as semifinais da competição.
Neste ano, o campeão olímpico também teve conquistas. Ele encerrou a participação no Trófeu José Finkel, em São Paulo, com quatro medalhas: ouro nos 100m e 200m borboleta, prata no revezamento 4x200m medley e o bronze nos 50m borboleta.
Confira a entrevista na íntegra com Kaio Márcio:
Qual é a avaliação que você faz de 2012?
Esse ano terminou sendo de aprendizado e não de muitas conquistas"
Kaio Márcio
Foi um ano bem diferente para mim. Estava focado nas Olimpíadas, mas infelizmente não tive um bom desempenho. Antes das Olimpíadas nadei bem e fiz um dos melhores tempos da temporada, que foi nos 200 metros borboleta. Esse ano terminou sendo de aprendizado e não de muitas conquistas. Consegui conhecer um pouco mais de mim, e saber até onde posso chegar. Achei isso importante.

Qual será o seu foco para 2013? Mundial de Barcelona?
Sim, vou ficar focado no Mundial de Barcelona, que será a principal competição do próximo ano. Vai ser uma competição de renovação. O Mundial será uma grande chance para fazer um teste e ver como estou nadando. Também estou querendo ficar focado nos 100 metros borboleta.
Nas Olimpíadas você não conseguiu avançar para as finais nos 100m borboleta, nos 200m borboleta e no revezamento 4x100m medley. O que aconteceu?
Às vezes não estamos em um dia bom, e por isso, não conseguimos nadar direito. Acontece e faz parte de todo esporte. Competi e não tive um bom desempenho. Não consegui ter êxito. Nem vai ser por isso que vai cair meu mundo. Precisa saber levantar e partir para outra competição.
Kaio Marcio na prova dos 200m borboleta em Londres (Foto: Satiro Sodré / Agif)

Você pode ter a oportunidade de disputar a quarta Olimpíada seguida. Qual é a sensação?
É muito tempo, né? Quarta Olimpíada e que bom, que vai ser no Brasil. Seria para encerrar a minha carreira com chave de ouro. Isso me deixa feliz e muito motivado. Vou poder estar tendo a oportunidade em terminar o meu ciclo olímpico no meu País, no Rio de Janeiro. Está com tudo para ser um sucesso.
Conquistando a vaga para as Olimpíadas a sua preparação vai mudar?
Até lá tem muito tempo. Ainda não estou pensando nas Olimpíadas, e sim no Mundial de Barcelona. Vamos de metro em metro. Cada ano terá uma competição importante, e em 2013, ainda vai ter Mundial, que será o primeiro passo. Após o Mundial vamos seguindo as nossas metas.
Kaio Márcio durante treinamento em João Pessoa (Foto: Lucas Barros / Globoesporte.com/pb)Kaio Márcio durante treinamento em João Pessoa
(Foto: Lucas Barros / Globoesporte.com/pb)





Depois de três anos morando no Rio de Janeiro e treinando no Fluminense. Você acha que evoluiu na carreira?
Foi muito bom. Fiquei satisfeito com esse período que passei por lá. É muito importante defender uma equipe de grande nome. E olha a coincidência. Nesses três anos anos de clube, o Fluminense conquistou o título de campeão brasileiro por duas vezes no futebol. Está com cara que eu sou pé quente, hein (risos).
Qual foi o seu principal adversário no Rio de Janeiro?
Não sei. Talvez não tenha me adaptado 100% à cidade. Consegui fazer alguns amigos, apesar de ser muito corrido e viajar bastante. Foi uma experiência de vida muito boa. Aproveitei bastante. Saí de lá uma pessoa mais madura.
Nesse seu retorno para João Pessoa, o que você espera?
Quero continuar evoluindo ainda mais na natação. Pretendo desenvolver a minha escola de natação. Desejo torná-la referência na formação de novos atletas"
Kaio Márcio comentando os seus projetos para 2013
Estou retornando para continuar treinando normalmente. Quero continuar evoluindo ainda mais na natação. Pretendo desenvolver a minha escola de natação. Desejo torná-la referência na formação de novos atletas. Estamos com uma grade de professores capacitados para poder oferecer o que temos de melhor no esporte.

Estão surgindo novos atletas, principalmente no nado borboleta, que é a sua especialidade. Você já sabe quem está sendo o seu principal adversário?
Kaio Marcio natação Mundial de Istambul (Foto: Satiro Sodré / Agif)Muita gente nova, muita gente boa aparecendo. Tem o Chad le Clos, que venceu o Michael Phelps nas Olimpíadas de Londres. É um atleta sul-africano que está nadando bem os 100 metros. Acho que pode ser considerado o maior nome do nado borboleta, atualmente. É um nome a ser batido no Mundial de Barcelona.
Você pretende se aposentar em 2017, com 33 anos. Não está muito novo?
Não sou jogador de futebol (risos), sou nadador. Tenho que estar melhorando o meu tempo e dar o melhor de mim até os 33 anos. Isso é bastante tempo. Já estou nadando já faz um tempinho. Só de Olimpíada até 2016 serão 16 anos em alto nível. Chega um período que o corpo dá uma cansada. Mas não vou deixar de nadar, lógico. Para competir em alto nível exige muito. É muito desgaste. Deixamos de viver, ficamos muito tempo fora de casa, treinamentos em altitude.
Qual é o recado que você deixaria para os seus fãs?
Que todos fiquem despreocupados, pois ainda está um pouquinho longe para me aposentar. Tenho cinco anos pela frente para poder dar muitas alegrias ao povo brasileiro. Aos que torcem por mim e me incentivam podem ficar tranquilos.



sexta-feira, 6 de abril de 2012

"OS 7 PECADOS CAPITAIS DO NADO CRAWL"



























Erro nº 1. Não se preocupar com a técnica

A natação é um desporto único, porque a melhoria resulta da redução da resistência hidrodinâmica  e não directamente do aumento da força ou endurance.
Devemos começar por treinar essencialmente a técnica. A médio prazo vai ser muito mais fácil.



Erro nº 2. Braçadas rápidas em vez de longas

O pensamento mais comum entre os nadadores  é que para ir mais rápido, temos de aumentar o ritmo das pernas e dar braçadas mais rápidas e vigorosas.
Embora isto seja verdade como é óbvio o grande  aumento da velocidade resultará de uma maior distância alcançada em cada braçada. Portanto, se em cada braçada estivemos a ir mais longe, mas mantendo o ritmo das braçadas isto significa que estaremos a nadar mais rápido com menos esforço. Que tal?


Erro nº 3: Puxar demasiado cedo
Um nadador que inicia a braçada demasiado cedo perde grande parte do volume de água. Assim que a mão toca na agua devemos tentar mantê-la à superfície enquanto deslizamos e somente no último momento iniciar a nova braçada.

Erro nº 4: Olhar em frente e não para baixo

A posição corporal é o factor mais importante na natação. Uma vez que determina resistência hidrodinâmica  produzida, a velocidade da braçada e a forma como deslizamos na água.
A maioria dos nadadores novos começam pela natação Freestyle com a cabeça a olhar sempre  para a frente porque é a posição natural.
Para a posição do corpo na agua ser equilibrada, devemos olhar para o  fundo da piscina. Isto fará com que os quadris e as pernas se mantenham à superfície, reduzindo o resistência hidrodinâmica e permitindo uma braçada mais suave e  mais eficiente.

Erro nº 5: Nadar rígido

Ao contrário do que muitos pensam, a natação não é realizada sobre o estômago. Deve ser feita rodando de lado a lado, permitindo mais uma vez reduzir o resistência hidrodinâmica. Repare na forma de nadar do Michael Phelps e confirme.

Erro nº 6: Cotovelo baixo

A grande fraqueza na braçada de grande parte dos nadadores reside no cotovelo baixo, resultado de ombros fracos e má prática. A braçada correcta começa levando as pontas dos dedos o mais longe possível mantendo o cotovelo alto e depois puxar usando todo o antebraço.

Erro nº 7: Liderar o movimento de recuperação do braço com a mão

Em todos os nadadores de elite, verificamos que a recuperação do braço em cada braçada é feita com o cotovelo bem alto. Isto é conseguido liderando o movimento  com o cotovelo e não com a mão, como a maioria dos nadadores amadores faz.
A chave é manter o cotovelo alto e entrar primeiro com a mão na agua passando com braço bem junto à cabeça.

FONTE: http://www.effortless-swimming.com/





" ESCUTEM O SEU TREINADOR"




Diversas vezes no Treinamento escutamos nossos atletas se queixarem da demora ou da dificuldade para atingir objetivos ou metas,sabemos que tal postura é muita dificultada quando o atleta decide por conta própria tenta resolver o problema e atropela todo o processo de treinamento,um exemplo bem pratico e quando pedimos ao atleta para realizar uma serie em uma velocidade de A2 e o mesmo achando que é preciso nadar mais forte para atinigir o seu objetivo nada na velocidade de um A3,saindo da zona de energia planejada pelo Treinador,e desta maneira provoca um efeito "Avalanche" na fadiga,ela acumula a tal ponto que se torna impossivel completar o Microciclo semanal de Treino de maneira satisfatoria.

Quando Planejamos,procuramos quantificar e distribuir a carga de maneira que ela promova um ganho no desempenho,uma melhora na performance,quando esta logica não é seguida pelo atleta temos a certeza que é preciso parar e esclarecer aos mesmos que tal atitude poderá leva-los a um estado de "Overtraining" processo de degradação física promovido pelo excesso de treino,descanso inadequado ou inexperiencia do atleta,tal processo leva a queda de desempenho e consequente desmotivação no processo de preparação.
Abaixo citarei o tipo de Treinamento, a zona de intensidade,quantidade de energia e tempo de recuperação para cada categoria de treinamento


(REGENERATIVO) ; (REC) ; (MANUTENÇÃO)

Esforço: 75% a baixo

Frequência Cardíaca: 100 a 130bpm

Pausa entre exercícios: 5 a 10s

Tempo Total de serie: 30 a 45minutos




(SUBAEROBIO) ; (A1) ; (E1)


Esforço: 75 a 80%


Frequência Cardíaca: 130 a 150bpm


Pausa entre exercícios: 5 a 20s


Tempo Total de serie: 60 a 90minutos


(SUPERAEROBIO) ; (A2) ; (E2)



Esforço: 81 a 88%


Frequência Cardíaca: 150 a 175bpm


Pausa entre exercícios: 10 a 40s


Tempo Total de serie: 45 a 60minutos



(VO2 MAXIMO) ; (A3) ; (E3)



Esforço: 89 a 92%


Frequência Cardíaca: 170 a 175bpm


Pausa entre exercícios: 1 A 2min


Tempo Total de serie: 25 a 35minutos




(TOLERÂNCIA ANAEROBIA) ; (C2) ; (A1)



Esforço: 93 a 96%


Frequência Cardíaca: MAX


Pausa entre exercícios: 3 A 4min


Tempo Total de serie: 25 a 30minutos




(POTENCIA ALATICA) ; (C3)





Esforço: 97 a 100%


Frequência Cardíaca: MAX


Pausa entre exercícios: recuperação total


Tempo Total de serie: 6 a 12minutos






Grande Abraço

E. Porfírio-Treinador AABB-Recife



quinta-feira, 29 de março de 2012

NOTICIAS MULTINATIONS 2012...AS SELEÇÕES BRASILEIRAS JÁ FAZEM ACLIMATAÇÃO





  Hoje o dia foi de treino para os atletas  que estão servindo as seleções no Multinations.



O grupo que está na Grécia, comandados pelo técnico Paulo Augusto, treinou em dois períodos. A piscina em Corfu é muito boa, apenas a água um pouco fria, mais nada que atrapalhe os atletas. Todos estão se adaptando ao fuso horário e recuperados da longa viagem que fizeram.
Quase todas as delegações chegaram e estão treinando para a competição que começa no sábado. Hoje chegaram Chipre, Bulgária, Polonia, Portugal, Finlândia e Turquia.

O chefe de delegação do Brasil,Djan Madruga, grande atleta e referência da natação brasileira,está conduzindo muito bem a equipe e todos estão confiantes que grandes resultados serão alcançados.
Acompanhem as Noticias do Multination Aqui:

BLOG DO TREINADOR... PRA QUEM AMA ESPORTES AQUÁTICOS


AGUA X ENERGY DRINK'S QUAL A IMPORTANCIA DE AMBAS

Existem 2 motivos para beber líquidos: (1) para se manter hidratado, e (2) para fornecer o corpo  combustível para a pratica esportiva...